Resenha: O direito de ser eu - Ana Lisboa

 Sobre o livro:







Sinopse: Reconecte-se com sua essência e reivindique o direito de ser quem você realmente é! Em O direito de ser eu, a psicanalista Ana Lisboa propõe a Integração Sistêmica, uma abordagem inovadora que une psicanálise, terapia sistêmica, neurociência e estudo do trauma para recuperar a posse de si. Mais do que entender a dor, é preciso reprogramar o corpo e se liberar para viver dentro de si mesma. Cada capítulo é uma porta que se abre, e cada lei é uma nova pista para recuperar as chaves de casa, destrancar os medos, soltar a culpa e limpar a bagunça. Respire fundo e se prepare para voltar a morar dentro de si. Com este livro, você vai: Aprender como traumas são transmitidos de geração para geração e como quebrar esse ciclo; Entender quais são as leis familiares invisíveis e como elas moldam seu comportamento; Descobrir como o corpo registra dores emocionais e como reagir a esses sinais; Conhecer o conceito de reintegração de posse de si mesma e aplicá-lo na prática, recuperando as rédeas da sua vida. E muito mais! Mulheres são feitas de multidões, mas precisam ter cuidado para não se perderem dentro delas.

Resenha: 

Nós, leitores, conhecemos livros que acolhem, e aqueles livros que despertam. O direito de ser eu, de Ana Lisboa, faz as duas coisas ao mesmo tempo. 

Desde as primeiras páginas, a leitura provoca a sensação de estar sendo olhada por dentro, como se alguém finalmente colocasse palavras naquilo que sempre foi sentido, mas nunca nomeado. Não é um livro para passar os olhos; é um livro para pausar, respirar e reconhecer partes de si que foram silenciadas ao longo da vida.

Ana Lisboa conduz o leitor por uma jornada profunda de autoconhecimento ao apresentar as 12 leis para reconquistar a própria vida. A partir da Integração Sistêmica, abordagem que une psicanálise, terapia sistêmica, neurociência e estudos sobre trauma, a autora mostra que não basta compreender racionalmente a dor: é preciso sentir, reorganizar o corpo e recuperar o território interno que foi ocupado por culpas, medos e padrões herdados.

Cada capítulo funciona como uma chave simbólica. Ao avançar na leitura, percebemos como histórias familiares, expectativas alheias e traumas transgeracionais moldam escolhas, relações e até a forma como o corpo reage ao mundo. O texto é firme, sensível e extremamente humano, criando uma leitura que provoca desconforto na medida certa, aquele necessário para a mudança real.

O grande mérito da obra está em devolver ao leitor a responsabilidade amorosa sobre si mesmo. Ana Lisboa não promete atalhos, mas oferece consciência, ferramentas práticas e um novo olhar para o próprio funcionamento emocional. 

O livro convida a sair do modo sobrevivência e a habitar a própria vida com mais presença, limites e verdade.
O direito de ser eu é leitura essencial para quem sente que vive no automático, para quem carrega pesos que não sabe de onde vêm e para quem deseja romper ciclos invisíveis. Um livro que não aponta quem você deve ser, mas lembra, com delicadeza e firmeza, que você tem o direito de existir inteira.

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✨ E você, em que parte da sua história sente que precisa recuperar o direito de ser quem é?
 
Classificação: 5/5

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