Sinopse: Atravessar o período mais conturbado da vida brasileira e ter, no meio dessa jornada, perdido o pai, amigo querido, me instigou a escrever sobre o envelhecimento retratando-o através de memórias, perdas e reflexões sobre a passagem do tempo. Busco explorar o luto, as relações conflitantes mas saborosas entre amigos oferecendo os testemunhos todos da experiência de quase sete décadas de vida. Principalmente antagonizando fragilidades com as necessárias resistências. O objetivo da narrativa é, através de quatro amigos, mostrar o processo de envelhecimento, de perda, de amarguras e decepções, sem detrimento de descobertas, paixões e alegrias. Tento descrever encontros e reencontros entre amigos que têm em comum a busca pela solidariedade, pela inclusão e respeito às pessoas através do afeto. Alternando humor, prazer e melancolia, faço um convite à reflexão e à recuperação dos momentos marcantes vivenciados pelos personagens. Entendo que neste livro a velhice é retratada de maneira realista e dolorosa, mas também respeitosa. Não há intenções de romantizar o envelhecimento e sim apresentá-lo como um processo inevitável que requer aceitação e, às vezes, resignação. Por fim o livro pretende ser também uma celebração das amizades e um testemunho do poder das lembranças, revelando que, mesmo em meio aos momentos difíceis que estamos vivendo, é possível encontrar momentos de conexão e compreensão.
✨ Em Velhice Sinistra, Gil Camargo transforma a experiência de envelhecer em uma narrativa que pulsa verdade, vulnerabilidade e coragem. Desde as primeiras páginas, fica claro que este não é apenas um livro sobre o tempo que passa, mas sobre tudo aquilo que o tempo insiste em deixar: memórias que doem, amizades que salvam e silêncios que dizem mais do que qualquer palavra.
O autor atravessa um dos períodos mais conturbados da história recente do Brasil enquanto encara o luto pela perda do pai...
Acompanhamos quatro amigos, cada um marcado por suas próprias derrotas, descobertas e renascimentos. O envelhecimento aqui não é romantizado: é real, é áspero, é melancólico — mas também surpreendentemente luminoso.
Há humor nas pequenas ironias da vida, há afeto nos reencontros e há resistência na forma como esses personagens insistem em continuar, mesmo quando tudo parece conspirar contra. Essa mistura de humanidade e sinceridade torna a leitura irresistível.
O livro se destaca por retratar o envelhecer como um processo inevitável que exige aceitação, flexibilidade e, muitas vezes, resignação. Mas, ao mesmo tempo, exalta a força das amizades que sobrevivem ao tempo, aos desgastes, às mudanças. É uma obra que celebra a solidariedade, a inclusão e o respeito, valores que se tornam cada vez mais urgentes em um mundo que continua tentando acelerar o que deveria ser vivido com calma.
Entre lembranças, reencontros, risos e feridas abertas, Velhice Sinistra nos lembra que o afeto é uma forma poderosa de resistência. E talvez seja por isso que o livro emociona tanto: porque reconhece a velhice como ela é, mas também como ela pode ser. Uma travessia dura, sim, mas cheia de beleza, dignidade e espaço para novas paixões.
O que mais me impressiona é como Gil Camargo consegue transformar cada detalhe em algo significativo. Os cenários ganham textura, como se carregassem o peso dos anos; os diálogos revelam conflitos antigos e cumplicidades profundas; e as emoções brotam de forma honesta, sem exageros.
O leitor sente que está caminhando ao lado desses quatro amigos, observando como o tempo molda, desgasta, mas também ilumina. Essa obra é um convite para olharmos para nossas próprias lembranças e entendermos que, mesmo nas cicatrizes, existe vida pulsando. E isso, no fim, é o que torna Velhice Sinistra tão necessário: ele nos devolve humanidade.
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