✨ PRIMEIRAS IMPRESSÕES ✨
Algumas histórias não precisam de muitas páginas para mostrar a que vieram.
Logo nos primeiros capítulos de Giovanna Hart: O Chamado de Laniwai, fica claro que essa não é apenas uma leitura infantil, mas uma experiência sensível que conversa diretamente com o coração.
A narrativa começa suave, quase como um sussurro, e aos poucos vai abrindo espaço para sentimentos que estavam adormecidos: a curiosidade, a imaginação e a alegria simples de ser criança. 🌈📖
Giovanna, a Nanna, vive um momento que muitas crianças, e adultos, reconhecem. O mundo desacelerou, as paredes ficaram mais próximas e a liberdade parece distante.
Mas quando Laniwai surge, tudo muda. Ainda no início da leitura, já é possível sentir que esse lugar não é apenas físico, e sim simbólico. Ele representa aquilo que se perde com o tempo: o brincar sem culpa, o riso sem pressa, o acreditar sem medo. ✨💙
As primeiras páginas encantam pela escrita delicada de Clarice Ziller, que constrói cenas visuais e emocionais com muita sensibilidade. A presença de Kanoa, o Vento, traz uma atmosfera acolhedora e quase poética, como se alguém estivesse guiando a protagonista, e o leitor, para dentro de si mesmo. É aquele tipo de livro que dá vontade de ler devagar, absorvendo cada detalhe. 🌬️💭
Minha primeira impressão é clara: O Chamado de Laniwai promete ser uma leitura transformadora.
Um livro que fala de fé, esperança e amor sem ser pesado, mas profundamente significativo. Ideal para quem busca histórias com mensagem, afeto e propósito, e para quem sente falta de livros que aquecem o coração e deixam um rastro de luz. 💛🌿
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Você também sente que anda precisando de uma leitura que te faça lembrar quem você é de verdade?

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