Resenha: A intrusa - Freida McFadden

 Sobre o livro:









Sinopse:
 
Casey se prepara para enfrentar sozinha uma violenta tempestade em sua casa isolada no meio do nada quando, de repente, escuta um barulho no quintal. Lá fora, uma menina coberta de sangue e com um canivete na mão. A intrusa é mais um thriller de tirar o fôlego de Freida McFadden, autora dos best-sellers A empregada e Nunca minta, que explora até onde alguém pode ir para se salvar. Casey vive isolada em uma casa no meio do mato. O vizinho mais próximo mora a quase um quilômetro de distância, então, quando uma tempestade desaba, ela está sozinha. Ou deveria estar — ela pode jurar ter visto um rosto na janela.  Através da chuva, ela vê uma luz acesa no depósito no quintal. O problema? Lá não tem eletricidade. Casey então toma uma decisão que vai mudar o rumo de sua noite, talvez até de sua vida: sai no meio do temporal para descobrir o que — ou quem — está à espreita. A intrusa é uma menina. Coberta de sangue e segurando um canivete na mão direita, ela parece ter saído de um filme de terror. E quando Casey, contra todo e qualquer bom senso, decide convidar essa estranha para entrar em sua casa, a mulher não sabe no que que está se metendo. As duas guardam um segredo. E uma delas está disposta a matar para que ele não seja revelado.

Resenha: 

Alguns livros não dão tempo para o leitor se acomodar. A Intrusa é exatamente assim. Desde a primeira página, Freida McFadden constrói uma atmosfera sufocante, daquelas que fazem sentir o peso da chuva, o isolamento do mato e o silêncio ameaçador de uma casa afastada de tudo… e de todos. 🌧️🏚️

Casey vive sozinha, em um lugar onde a solidão não é escolha, é condição. O vizinho mais próximo está longe demais para ouvir um pedido de socorro, e quando uma tempestade violenta começa a cair, o cenário já deixa claro: ninguém virá ajudar. O que Casey não imagina é que o verdadeiro perigo não está do lado de fora… ou talvez esteja.

Uma luz acesa no depósito do quintal quebra a normalidade. Não deveria haver energia ali. Ainda assim, a curiosidade vence o medo, e Casey sai em meio ao temporal para investigar. O que ela encontra muda tudo: uma menina, ensanguentada, segurando um canivete, parada sob a chuva como se tivesse saído diretamente de um pesadelo. 🔪

O gesto que define essa história acontece em segundos: Casey abre a porta e convida a estranha para entrar. A partir desse momento, A Intrusa deixa de ser apenas um thriller e se transforma em um jogo psicológico perverso, onde cada diálogo esconde intenções, cada pensamento pode ser uma armadilha e cada escolha tem consequências irreversíveis.

Freida McFadden domina como poucos a arte da tensão crescente. Ela brinca com a confiança do leitor, distorce percepções e conduz a narrativa por caminhos que parecem óbvios. até não serem mais. Nada aqui é gratuito: o isolamento, a tempestade, o medo e os segredos se entrelaçam de forma cirúrgica, criando uma leitura compulsiva e angustiante. 😰📖

O grande trunfo do livro está na pergunta silenciosa que ecoa a cada capítulo: até onde alguém é capaz de ir para proteger o próprio segredo? E quem, afinal, é a verdadeira intrusa dessa história? Quando a verdade começa a emergir, o desconforto é inevitável, e o choque, garantido.

A Intrusa é daqueles livros que se leem com o coração acelerado, a respiração presa e a sensação constante de que algo terrível está prestes a acontecer. Um thriller intenso, perturbador e impossível de largar, perfeito para quem gosta de histórias sombrias, cheias de reviravoltas e finais que ficam na mente muito depois da última página.

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💬 Você teria coragem de abrir a porta… ou deixaria o perigo do lado de fora, mesmo sem saber o que ele é?

Classificação: 5/5

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