
Título: Pobre Não Tem
Sorte
Autores: Leila Rego
Editora: All Print
Sinopse: Toda garota do interior sonha em se casar com o cara de seus sonhos, ter uma casinha, filhos e ser feliz até que a morte os separe, certo? E se esse cara for lindo, rico, super fashion e divertido? E se tal "casinha dos sonhos" for um mega apartamento no melhor bairro da cidade? Uau! Mariana encontrou o cara perfeito e vai se casar com ele! E nada de casinha! Isso é coisa de gente que pensa pequeno. Mariana vai ter o apartamento dos sonhos que já vem incluso no pacote: case com um homem rico e vá morar em grande estilo. E quanto a filhos e ser feliz até que a morte os separe... Bem, ela ainda não pensou nesses detalhes. Afinal as prioridades vão para as coisas bem mais interessantes como, por exemplo, o vestido de noiva perfeito, o que o colunista vai dizer sobre o seu casamento no tablóide de domingo, o que as amigas e inimigas irão comentar, quem entrará na lista de convidados para sua despedida de solteira, etc. Mas isso só sura até um dia em que Mariana... Bom, leiam o livro e descubram.
Resenha: Em Pobre Não tem Sorte, a protagonista Mariana Louveira é uma jovem divertida e muito consumista. Ela mora no interior de São Paulo, na cidade de Prudente, e vive atrás uma vida de muito glamour e sem esforços. Ela irá se casar com o médico ginecologista Eduardo, um dos caras mais ricos e bem sucedidos da cidade.
“Mas, não sou rica. Não sou mesmo. E esse é o meu carma. Sabe de quem é a
culpa? Do Sr.
Destino. É verdade. O infeliz estava
totalmente distraído quando chegou a minha vez de nascer.” Pag. 16
Mariana adora esbanjar dinheiro por onde passa, estar na moda, apesar de
não ter dinheiro para pagar, por isso sempre se mete em dívidas. Com o casamento se aproximando, os desejos de Mariana
finalmente irão se realizar, além de sair da casa dos pais e de perto da irmã
Marisa. Até que acontece um fato que vai mudar completamente sua vida.
Estou super curiosa para ler Pobre não tem sorte 2, e espero ter a oportunidade de ler em posteriormente.
“[...] Você só consegue enxergar o seu próprio
umbigo. Nunca, nesse tempo todo [...] você perguntou se eu estava bem, o que eu
acho das coisas, se concordo com suas decisões. Tudo é você e essa droga de
sociedade que você tanto preza. [...] essas coisas fúteis que você adora e eu
detesto...” Página 113.
Classificação SEL: 4/5
Classificação SEL: 4/5
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