
Título: As Flores do
Ruanda
Autor: Adelson
Correia da Costa
Editora: LP-Books
Páginas: 420
Sinopse: De 06 de abril a 10 de julho de 1994 ocorreu em um pequeno país centro-africano chamado Ruanda uma matança indiscriminada de milhares de indivíduos da etnia tutsi perpetrada pelos hutus com os quais convivem. As Flores do Ruanda é um romance que relata a épica jornada de um ano de duração de uma médica americana, Dra. Isabelle, inserida em um contexto hostil de guerra civil a serviço da Cruz Vermelha Internacional. O seu contato com os pigmeus africanos denominados twas nos apresenta este povo sofrido que, sem ao menos perceber as razões da matança generalizada, foi impiedosamente chacinado. Expulsos do Ruanda pelos hutus, os tutsis se organizam no exílio do Uganda e fundam a Frente Patriótica Ruandesa, grupo guerrilheiro armado que invade o país a partir do Norte, em busca da retomada do poder político central. Este esforço demanda intensas contendas e batalhas sangrentas, motivando a retaliação hutu por meio do genocídio ruandês, que visou o extermínio da etnia opositora.
Resenha: As Flores de Ruanda é um livro muito intenso, repleto de curiosidades e culturas, diante de uma leitura super agradável. O mais interessante é o que a trama nos apresenta fatos verídicos e marcantes de nossa história.
O livro gira em torno da guerra civil e o genocídio que aconteceram em Ruanda, pequeno país centro africano, e nos passa tanta informações que até fica difícil faz uma resenha digna dessa trama emocionante. Esta história é fictícia apesar de manter um paralelo cronológico e factual com a realidade.
Em meio ao caos, conseguimos perceber a indignação
dos personagens diante da situação em que se encontram e de todos os momentos
trágicos que precisam passar. A protagonista se chama Dra. Isabela, uma moça formada em medicina, de 25
anos, determinada e filha de um importante senador dos Estados Unidos.
A moça irá se tornar meio que uma heroína para alguns e odiada por outros. A médica foi inserida
neste contexto hostil de guerra civil a serviço da Cruz Vermelha Internacional.
O seu contato com os Twas, nos mostra o quanto este povo sofreu e foi
impiedosamente chacinado, sem nem perceber as razões para a violência
generalizada.
A moça irá se tornar meio que uma heroína para alguns e odiada por outros.
Na época de 1990 à 1994, Ruanda sofre uma guerra
entre duas etnias: os hutus e os tutsis. Outro povo que também entra na trama
são os pigmeus, conhecidos como Twas. Hutus iniciaram uma campanha de
extermínio contra a minoria, Tutsi.
Muitas pessoas foram assassinadas e centenas de milhares de mulheres, violentamente estupradas. A narrativa nos deixa tão envolvida que mesmo ainda lendo o livro, fui pesquisar mais sobre o tema, querendo saber mais sobre a história e tudo o que ocorreu.
Muitas pessoas foram assassinadas e centenas de milhares de mulheres, violentamente estupradas. A narrativa nos deixa tão envolvida que mesmo ainda lendo o livro, fui pesquisar mais sobre o tema, querendo saber mais sobre a história e tudo o que ocorreu.
No meio do caminho aparecem vários personagens, e
particularmente amei alguns e odiei muito outros. É um misto de sentimentos,
sensação de injustiças e descrenças com o povo. E no final, só consegui me
emocionar muito, diante de tantas consequências e adversidades.
“Viver é esbarrar contra o futuro. Ou vamos ao
encontro dele ou ele retorna para nos buscar.” Pg.68
Classificação SEL: 4/5
Comentários
Parabéns, pela resenha Flor!
http://fernandabizerra.blogspot.com.br/
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Beijokas!
Um beijo ;*
Fiquei curiosa para lê-lo.
Beijos