Sob o céu
do nunca
Título original: Under the Never Sky (Under the Never Sky #1)
Título original: Under the Never Sky (Under the Never Sky #1)
Autor: Veronica Rossi
Editora: Prumo
Páginas:336
Sinopse: Desde que fora forçada a viver entre os Selvagens, Ária sobreviveu a uma tempestade de Éter, quase teve o pescoço cortado por um canibal, e viu homens sendo trucidados. Mas o pior ainda estava por vir... Banida de seu lar, a cidade encapsulada de Quimera, Ária sabe que suas chances de sobrevivência no mundo além das paredes dos núcleos são ínfimas. Se os canibais não a matarem, as violentas tempestades elétricas certamente o farão. Até mesmo o ar que ela respira pode ser letal. Quando Ária se depara com Perry, o Forasteiro responsável por seu exílio, todos os seus medos são confirmados: ele é um bárbaro violento. É também sua única chance de continuar viva. Perry é um exímio caçador, em um território impiedoso, e vê Ária como uma menina mimada e frágil – tudo o que se poderia esperar de uma Ocupante. Mas ele também precisa da ajuda dela, somente Ária tem a chave de sua redenção. Opostos em praticamente tudo, Ária e Perry precisam tolerar a existência um do outro para alcançar seus objetivos. A aliança pouco provável entre os dois acabará por forjar uma ligação que selará o destino de todos os que vivem sob o céu do nunca. Primeiro livro de uma eletrizante trilogia ambientada em um futuro imaginado, mas assustadoramente possível, “Never Sky: Sob o Céu do Nunca” chega ao Brasil rodeado de grande expectativa por parte dos fãs de distopias. Em um cenário pós-apocalíptico, a população do planeta se dividiu entre aqueles que conseguiram esconder-se em cidades encapsuladas, conhecidas como núcleos, e as que sobreviveram nas áreas externas, mas tornaram-se primitivas. Através de um dispositivo eletrônico, os habitantes dos núcleos podem frequentar diferentes Reinos, cópias virtuais e multidimensionais do mundo que elas deixaram para trás. Neles se pode fazer qualquer coisa, ser qualquer pessoa, sem consequências no mundo real. Mundos sem dor, sem medo. As palavras dor e medo, porém, fazem parte do vocabulário cotidiano dos que vivem além das paredes dos núcleos. A escritora Veronica Rossi se utiliza da oposição dessas duas sociedades para pensar o poder da tecnologia, seus benefícios, malefícios e alienação que pode provocar nas pessoas.
Resenha: “Never Sky – Sob o céu do nunca” é um livro que me encantou a partir do momento que soube que se tratava de uma distopia. E como vocês já devem ter percebido, eu adoro esse gênero. Este enredo nos apresenta uma história distinta e muito original, nos guiando a conhecer personagens fortes, intensos e humanamente carismáticos.
Acredito que a própria sinopse já consegue passar ao leitor várias informações sobre a obra, portanto não vou me estender muito para não soltar spoilers sem querer. Na verdade, prefiro quando as sinopses são mais curtas, pois se forem muito longas, correm justamente o risco de passar as partes importantes.
Em um cenário
equipado por altas tecnologias, conhecemos a personagem Ária, uma garota que
vive em Quimera, um lugar enfatizado pela perfeição e segurança. O ‘Olho
mágico” existe para fazer uma interação com o mundo exterior, sem que os “Ocupantes”
precisem sair da cúpula.
Se prepare então, para conhecer novas interações de humanidade e novos sentidos de controle, onde os seres criam núcleos e muitas outras espécimes avançadas. Por mais que eu tente explicar, o sentido da história nunca poderia ser tão bem detalhado e repleto de detalhes como no próprio livro. A autora conseguiu abranger ricas informações aos seus leitores, apresentados todos os esclarecimentos e principalmente sem deixar nenhuma lacuna.
Se prepare então, para conhecer novas interações de humanidade e novos sentidos de controle, onde os seres criam núcleos e muitas outras espécimes avançadas. Por mais que eu tente explicar, o sentido da história nunca poderia ser tão bem detalhado e repleto de detalhes como no próprio livro. A autora conseguiu abranger ricas informações aos seus leitores, apresentados todos os esclarecimentos e principalmente sem deixar nenhuma lacuna.
“As pessoas gritaram surpresas.
Mesmo com todas as suas falhas, ele nunca tinha sido acusado de covarde. Mas
ele suportou a vergonha e correu, derrubando as pessoas, ao fugir.” Pg. 92
Ária não fala com a
mãe há um bom tempo, e por esse motivo planeja um jeito de ir ao encontro da
cientista, que está trabalhando em cima de outro núcleo. Porém algo dá errado,
justamente por Ária confiar nas pessoas erradas, e sua vida vira do avesso num
piscar de olhos. Até que um forasteiro misterioso entra em cena, Peregrine, ou simplesmente
Perry surgiu no meio desta confusão e mesmo que tenha invadido a cúpula. Acabou
salvando a vida de Ária.
Só posso dizer que Perry realmente se meteu em uma enorme confusão. Ele só queria ir atrás de remédios para dar ao sobrinho Talon, mas acabou se envolvendo em algo muito maior e ainda mais perigoso. O que todos não contavam é que Perry se mostraria, no decorrer dos fatos, um forte combatente e um guerreiro muito mais misterioso.
Os caminhos de Ária e Perry se cruzam de uma maneira sensacional e juntos irão formar uma bela dupla. Perry não aparenta ser aquela pessoa super simpática, e o que mais chama a atenção sobre a relação dos dois é que, independente do modo as vezes um tanto grosseiro, é justamente em suas ações que ele mostra o quanto se importa com ela.
Só posso dizer que Perry realmente se meteu em uma enorme confusão. Ele só queria ir atrás de remédios para dar ao sobrinho Talon, mas acabou se envolvendo em algo muito maior e ainda mais perigoso. O que todos não contavam é que Perry se mostraria, no decorrer dos fatos, um forte combatente e um guerreiro muito mais misterioso.
Os caminhos de Ária e Perry se cruzam de uma maneira sensacional e juntos irão formar uma bela dupla. Perry não aparenta ser aquela pessoa super simpática, e o que mais chama a atenção sobre a relação dos dois é que, independente do modo as vezes um tanto grosseiro, é justamente em suas ações que ele mostra o quanto se importa com ela.
“Ária esperou que seu batimento
cardíaco se estabilizasse. Depois ela pôs o cobertor sobre os ombros e
deitou-se. Ficou de olho no fogo e no Selvagem, sem ter certeza do que a
repelia mais. Logo seus olhos ficaram pesados e ela pensou na frequência com
que se enganava. Ela ia dormir. Mesmo agora. Mesmo ali.” Pg. 111
As ações são
constantes no livro e é como se estivéssemos assistindo um filme com grandes
efeitos e atuações. Como já disse antes, esta trama é realmente intensa e
merece ser vivida de uma maneira sem igual, onde o leitor entra em um mundo
novo, sem se importar com que virá a seguir, pois com certeza vai se envolver
mais do que imaginou.
Classificação SEL: 4/5
Book Trailer:
Comentários
Não sou muito fã de distopias, mas me interessei por essa.
A sua resenha está ótima! Parabéns!
Bjos
Achei bem interessante a história se basear no contraste entre o "perfeito", dentro da cúpula; e o restante. Parece que bastante cenas de ação, o que sempre me anima muito ao ler uma história.
Parabéns pela resenha!
E procurar mais livros do tipo!
@_Dom_Dom
Parabéns! :)
Descobri esses dias q ela e brasileira!!
http://foreverabookaholic.blogspot.com.br