Título: Sr. Daniels
Título
original: Loving Mr. Daniels
Autor:
Brittainy C. Cherry
Editora: Record
Páginas: 310
Sinopse: Depois de perder a irmã gêmea para a leucemia, Ashlyn Jennings vê sua vida mudar completamente. Além de ter de aprender a conviver sem parte de si mesma, ela precisa se adaptar a uma nova rotina. Enviada pela mãe para a casa do pai, com quem mal conviveu até então, ela viaja de trem para Edgewood, Wisconsin, carregando poucos pertences, muitas lembranças e uma caixa misteriosa deixada pela irmã. Na estação de trem Ashlyn conhece o músico Daniel, um rapaz lindo e gentil, e a atração é imediata. Os dois compartilham não só o amor pela música e por William Shakespeare mas também a dor provocada por perdas irreparáveis. Ao sentir-se esperançosa quanto a sua nova vida, Ashlyn começa o ano letivo na escola onde o pai é diretor. E não consegue acreditar quando descobre, no primeiro dia de aula, que Daniel, o belo músico de olhos azuis com quem já está completamente envolvida, é o Sr. Daniels, seu professor de inglês. Desorientados, eles precisam manter seu amor em segredo, e são forçados a se ver como dois desconhecidos na escola. E, como se isso já não fosse difícil o bastante, eles ainda precisam tentar de todas as formas superar os antigos problemas e sobreviver a novos e inesperados conflitos.
Resenha:
Sempre que acho que
não vou me surpreender muito com uma história, é ai mesmo que me engano ao
perceber a imensidão de emoções envolvidas. E “Sr. Daniels”, de Brittainy
C. Cherry, é justamente este tipo de livro: doce, atraente, instigante e
muito persuasivo, além de comovente e inesquecível.
Ashlyn
Jennings é
incrivelmente persistente, ainda mais levando em consideração todos os
problemas que vivencia. E eu realmente não sei como reagiria diante de tantas perdas e problemas complexos demais. Após a morte de Gabby, sua irmã gêmea, a ambientação ao
seu redor se torna ainda mais carregada, visto que as pessoas também incentivam
bastante no comportamento da protagonista.
As descrições sobre sua relação com a mãe tornam tudo ainda mais complicado também, por isso que ela vai morar com o pai. O problema é que ela também não tem um relacionamento muito bom com o pai por conta do afastamento deles, e é por isso que precisa aprender a conviver com as mudanças, incluindo uma nova família.
As descrições sobre sua relação com a mãe tornam tudo ainda mais complicado também, por isso que ela vai morar com o pai. O problema é que ela também não tem um relacionamento muito bom com o pai por conta do afastamento deles, e é por isso que precisa aprender a conviver com as mudanças, incluindo uma nova família.
E já no prólogo também podemos
analisar algumas passagens da vida de outro personagem. Daniel Daniels também passa por momentos conturbados, seja por
causa do irmão Jace ou de outros dilemas envolvendo perdas familiares. Uma coisa é certa: ele pode conquistar qualquer pessoa, e sem se dar conta disso!
De certa forma, é muito fácil entender a atração imediata, esta que é sentida tanto por Ashlyn quanto por Daniel. Como não amar as referencias e tantas citações com esses dois sobre o autor Shakespeare? Pode até ser considerado clichê, mas num romance isso nunca é demais.
Todos os personagens se destacam, mas o que mais me cativou dentre os secundários, foi Ryan e de como foi importante na vida de todos. É aquela pessoa que sempre faz piadas, mas tem um coração enorme. Infelizmente, as coisas nem sempre acontecem como queremos, e os sentimentos não são bem interpretados. Acredito que a obra ganhou características mais marcantes por causa dele também.
De certa forma, é muito fácil entender a atração imediata, esta que é sentida tanto por Ashlyn quanto por Daniel. Como não amar as referencias e tantas citações com esses dois sobre o autor Shakespeare? Pode até ser considerado clichê, mas num romance isso nunca é demais.
Todos os personagens se destacam, mas o que mais me cativou dentre os secundários, foi Ryan e de como foi importante na vida de todos. É aquela pessoa que sempre faz piadas, mas tem um coração enorme. Infelizmente, as coisas nem sempre acontecem como queremos, e os sentimentos não são bem interpretados. Acredito que a obra ganhou características mais marcantes por causa dele também.

O problema é que as cenas pareciam
equilibradas demais, sem erros e sem perspectivas ruins. É mesmo um problema,
mas só depois que Ashlyn descobre que Daniel é também seu professor de inglês.
Tudo se torna ainda mais angustiante, e isso já é esperado desde o começo
mesmo. Porém o porto forte são as conexões que fazem com que tudo seja mais
realista e esperançoso. Assim, acrescento que a autora consegue repassar mensagens delicadas
e igualmente intensas aos seus leitores.
É aquele tipo de enredo triste e ao
mesmo tempo belo, já que num momento nada parece fazer sentido e em outro há
apenas certezas envolvendo promessas, união e confiança. Há tantas dificuldades
nesse processo que chega até a desanimar em alguns períodos, mas independente
das sensações, acredito que o que importa mesmo é a superação desenvolvida, bem
como todos os critérios trabalhados sobre as ações que são realizadas.
Esta obra me lembra outras tramas que
abordam a superação sobre a perda e a conexão intensa e intima (tipo as
histórias da Colleen Hoover mesmo). Porém, o que mais chama a atenção nesta em
especial é a forma como os acontecimentos são narrados. A paixão é sentida de
longe, e é impossível não perceber o que realmente importa nas situações. É uma leitura maravilhosa!
Classificação SEL: 5/5 ♥
Comentários
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