Resenha: Farmácia do amor da família Botero

 Sobre o livro:





Sinopse: VOCÊ QUER UM AMOR? Nós tornamos isso realidade. Quando uma farmácia que afirma vender o amor abre as portas num bairro residencial, logo levanta curiosidade e suspeitas entre os vizinhos. Mas deve haver um segredo na “poção do amor” que vendem: o que mais explicaria uma farmacêutica tão linda estar casada com aquele homem feio que parece ter saído de uma pintura de Fernando Botero? Enquanto acompanhamos os desdobramentos da inauguração da farmácia e a chegada dos primeiros clientes, somos apresentados a personagens, no mínimo, peculiares: uma casamenteira que acha que seu trabalho não tem nada a ver com o amor, um funcionário público à procura de uma esposa porque quer agradar aos pais, um rapaz apaixonado pela mãe da namorada. Para além do amor romântico, porém, Farmácia do Amor da Família Botero nos faz refletir sobre as expectativas das relações familiares, a complexidade dos vínculos que formamos ao longo da vida e o que pode acontecer se usarmos o amor como remédio.


Resenha: 

Um Remédio Chamado Amor!

E se o amor pudesse ser encomendado como um medicamento? Na pequena e peculiar Farmácia do Amor da Família Botero, essa ideia deixa de ser apenas um sonho para se tornar uma proposta real. 

Uma família misteriosa chega ao bairro residencial, carregando uma promessa inusitada: curar corações e mudar vidas através de uma “poção do amor”. Logo, a rotina dos moradores nunca mais será a mesma.

Com personagens excêntricos e uma narrativa encantadora, somos conduzidos à história de uma farmacêutica linda, cujo marido é descrito como alguém saído de uma pintura de Fernando Botero. 

Há algo de mágico e profundamente reflexivo nessa combinação. Afinal, o que seria essa poção milagrosa que faz com que um amor improvável floresça? Será que é mesmo um remédio? Ou será que a receita vai além do que podemos ver?

A farmácia logo se torna um epicentro de encontros, desencontros e segredos. Conhecemos uma casamenteira que não acredita no amor, mas vive unindo casais; um funcionário público que deseja se casar para agradar os pais, e um jovem apaixonado pela própria sogra. 

Cada um carrega em si as suas verdades, suas carências e, sobretudo, as suas esperanças. O livro nos faz olhar para o amor sob diversas perspectivas: o amor romântico, o amor familiar e o amor como um remédio para feridas antigas.

Mas não se engane: não há nada de clichê nessa história. A narrativa nos leva a refletir sobre as expectativas que depositamos em relações, sobre o peso que damos ao que consideramos perfeito, e sobre o que acontece quando o amor passa a ser tratado como uma solução universal. 

Por trás das portas dessa farmácia, os segredos não são apenas sobre poções, mas também sobre a complexidade dos vínculos humanos.

E você? Até onde iria para viver um grande amor? Quem seria você nessa história: o cético que duvida do remédio, ou o sonhador que quer acreditar? Conte aqui nos comentários: você usaria a poção do amor? Ou acredita que o amor não tem receita?

 
Classificação: 5/5

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