Facelift, de Trace Sherer e Liza Andrews, já começa de um jeito que prende pela ousadia da premissa. A história acompanha Richard Wilken, um jovem médico em ascensão na cirurgia plástica, completamente obcecado por sucesso, dinheiro e status. Logo no início, ele se envolve com Sally Landry, colega de profissão e casada com Dr. John Landry, dando início a um caso secreto cheio de excessos e riscos. O que parecia apenas uma relação proibida toma um rumo muito mais sério quando, durante um desses encontros, um acidente acontece e Sally acaba morta. A partir daí, a narrativa passa a acompanhar a forma fria e calculista com que Richard tenta encobrir tudo, manipulando a cena do crime e sustentando uma versão convincente enquanto a investigação começa a se aproximar perigosamente. É nesse ponto que a história começa a revelar seu tom mais psicológico e tenso, mostrando que não se trata apenas de um escândalo, mas de um jogo de controle, ambição e consequências.
Comecei Facelift achando que seria uma leitura mais voltada pra estética e transformação externa… mas logo nas primeiras páginas já percebi que a proposta é bem mais inquietante do que isso. Tem algo na forma como a história começa que não te entrega tudo de imediato, mas também não te deixa confortável. É como se tivesse sempre alguma coisa ali, escondida nas entrelinhas, esperando pra aparecer.
O que mais tem me chamado atenção até agora é essa sensação constante de incômodo. Não é um incômodo ruim, é aquele tipo que faz você continuar lendo porque quer entender melhor o que está sentindo. Em alguns trechos, me peguei pensando “até onde alguém iria pra se sentir aceito?” e isso ficou martelando na minha cabeça mesmo depois de fechar o livro.
A escrita me surpreendeu bastante. Não é floreada, não tenta te convencer à força… mas justamente por isso funciona. Ela vai direto no ponto, e quando você percebe, já está completamente envolvido. Tem momentos em que parece que você está dentro da mente dos personagens, acompanhando pensamentos que nem sempre são confortáveis de encarar.
Falando neles, os personagens já mostram que não vieram pra ser esquecíveis. Eles têm atitudes que fazem a gente questionar, às vezes até julgar, mas ao mesmo tempo entender. E isso, pra mim, é o que cria conexão de verdade. Não é aquela leitura distante… você se pega reagindo, criando opinião, se envolvendo mesmo.
Outra coisa que me pegou foi o clima da história. Existe uma tensão silenciosa o tempo todo, como se algo maior estivesse sendo construído aos poucos. Não tem exagero, não tem pressa… mas tem intenção. E isso faz com que cada detalhe pareça importante.
Sinceramente? Ainda estou no começo, mas já dá pra sentir que não vai ser uma leitura superficial. É o tipo de livro que vai além da história e começa a cutucar coisas internas, aquelas que a gente nem sempre para pra analisar.
Se você gosta de leituras que fogem do previsível, que provocam e deixam aquela sensação de “isso aqui ainda vai dar o que falar”, vale muito a pena colocar esse na lista 📖✨
Agora me conta… você se arriscaria em uma leitura que pode mexer mais com a sua cabeça do que você imagina? 👀
Pra quem já ficou curioso com essa história, vale muito aproveitar esse momento 👀📖 Facelift, de Trace Sherer e Liza Andrews, está em pré-venda no e-book por apenas R$1,99, um valor promocional bem abaixo do normal. O lançamento oficial acontece no dia 05 de maio, então é aquela oportunidade perfeita pra garantir a leitura antes de todo mundo e ainda pagar mais barato. Depois desse período, o preço volta ao valor padrão, então se a premissa já te chamou atenção, esse é o momento certo pra aproveitar e já deixar salvo na sua biblioteca da Amazon ✨

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