Comecei a ler Solaris Regnum, de Bruno Dias Gonçalves, publicado pela editora Novo Ases, e estou conhecendo uma humanidade que, depois de quase desaparecer da Terra, conseguiu se reconstruir e conquistar outros lugares do Sistema Solar. A história se passa no ano de 9057 e acompanha Rover, um jovem engenheiro que está trabalhando em um projeto capaz de mudar a comunicação entre as colônias espaciais.
A proposta é utilizar buracos de minhoca para permitir que informações sejam transmitidas instantaneamente, mesmo entre lugares separados por distâncias enormes. Confesso que precisei prestar um pouco mais de atenção nas explicações científicas, mas achei interessante entender como tudo funciona e a importância dessa descoberta para o futuro da humanidade.
Rover já me despertou simpatia. Ele é inteligente, dedicado ao trabalho e tem uma história pessoal que me chamou atenção. Depois de um acidente que o deixou paraplégico durante três anos, conseguiu voltar a andar graças a um procedimento experimental. Gostei de conhecer esse lado dele antes de acompanhar os desafios do projeto.
A organização política desse futuro é um destaque bem interessante. Cada colônia possui sua própria liderança, mas todas respondem a um governo central. E, pelo que comecei a perceber, nem todo mundo parece estar interessado apenas no avanço científico.
Quaylian demonstra bastante confiança em Rover, enquanto Zainab Zahana já me deixou com uma pulga atrás da orelha. Ela recebe o engenheiro muito bem, demonstra interesse pelo projeto, mas algumas situações me fizeram questionar suas verdadeiras intenções. Ainda é cedo para tirar conclusões, então vou continuar observando.
Também conhecemos Ashyma, uma engenheira que passa a trabalhar diretamente com Rover. Gostei dessa parceria inicial e quero acompanhar como os dois vão lidar com a responsabilidade de colocar uma tecnologia tão importante em funcionamento.
Por enquanto, o que mais está prendendo minha atenção é perceber que, mesmo depois de tantos séculos, a humanidade continua lidando com questões muito parecidas com as nossas. A tecnologia evoluiu, novos mundos foram conquistados, mas a ambição e os interesses políticos parecem continuar presentes.
Estou curiosa para descobrir se Rover conseguirá realizar seu projeto e, principalmente, se poderá confiar nas pessoas que estão ao seu redor. Vou continuar a leitura e depois volto para contar tudo na resenha completa!
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Será que conquistar outros mundos seria suficiente para mudar a humanidade ou continuaríamos repetindo os mesmos erros, só que em outros planetas?

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